"Sonhos resolvem problema práticos, estimulam a criatividade e, sozinhos, já servem como uma terapia noturna"
(citação retirada da revista Super Interessante)
O sonho ocorre poque, quando dormimos, uma parte do cérebro está mais ativa do que o normal. O sono possui cinco estágios: o primeiro é a vigília, depois vem as fases 1, 2, 3 e 4 e por último, o Movimento Rápido dos Olhos, REM (Rapid Eye Moviment). As fases vão se passando, cada vez o sonho fica mais profundo, sendo o REM o mais intenso.
Cientistas ainda não conseguem explicar, cientificamente, a causa dos sonhos. Porém, junto com os psicólogos, criaram hipóteses da importância do sonho. Fixar memórias, exercitar a criatividade, organizar o que vivemos e testar experiências.
Neste último exemplo, testar experiências, uma equipe de neurocientistas usaram 100 voluntários para andar por um labirinto virtual. Primeiramente, o grupo aprendeu a navegar nele por um tempo. Depois, deram um intervalo de 5 horas e, após isso, desafiaram os voluntários para quem encontrar a saída mais rapidamente. Todavia, os pesquisadores colocaram metade dos voluntários para dormir durante 2 horas do intervalo.
O resultado: o grupo que dormiu se saiu melhor que os que ficaram acordados. Encontraram a saída alguns segundos mais rápido do que os outros.
Só que tem um detalhe: entre os que dormiram, alguns afirmaram que sonharam com o labirinto! "O jogo me fez sonhar com uma caverna que visitei - e no sonho ela era tipo... tipo um labirinto", disse um. "Só ouvi a musiquinha do jogo no sonho", afirmou outro.
O cientista responsável, Stickgold, disse que essas imagens mentais eram sombras do que o cérebro dos voluntários realmente fazia. O cérebro processava o labirinto no meio do sonho.
De acordo com Stickgold, quando o cérebro processa dessa forma, ele extrai as partes mais importantes da experiência.
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